…almoço muitas vezes com o Viriato.
Não gostei do nome do restaurante, mas foi ele que marcou. Cá estou.
…antes que chegue:
Era uma vez,
a oportunidade que aguça a escrita.
De um João se trata.
Um capitão foi,
num Sporting campeão.
João. Um outro, ou uns outros?
Foram dois, com dois “emes”.
Agora mais um, sem “eme”.
Uma questão de letras.
Ou de tretas.
Um vírus sem antídoto.
Uma maçã e um dia.
Fruta ou agonia.
Puros ou impuros,
no futebol da impureza,
a rivalidade, com certeza.
Mandou esperar o Sporting?
Claro.
Os bastidores também são túneis.
Logo, “pensar é existir”.
Versão filosófica mais avançada.
Ou então foi só mais uma candonga de bastidores.
Dessas que começam em segredo e acabam na televisão.
Na minha rubrica das Terças, “Contem-me outra”, lá escrevi.
Agora, para quem quiser, é seguir a novela nas CMTV’s e na brejeirice avançada.
Eu recuso-me.
O dinheiro nunca foi problema.
Já o paradeiro… enfim.
Histórias mal contadas.
Mentiras camufladas.
E lá chegou o meu amigo.
De frente para a televisão.
Futebol e emoção.
No Sporting, foi “João Palhão”.
No Benfica, que seja “João Palhinha”.
Oh, pra ele, todo feliz!
— Cartão de sócio na mão?
— Desde 2005, fez questão.
Agora a família: lampião.
A sua já era toda.
Faltava a “Luz” e a foto no cartão.
O Nani tem razão.
És único, meu.
O Sá pode esperar.
Deixa-me assobiar.
— Oh, Viriato, deixa ouvir! — vociferei.
— Deixa lá isso!
E eu deixei.
Há temas e assuntos que valem menos do que uma pensão de alimentos.
Até terça, Viriato!
Vê mas é o que escreves.
Pelo caminho, em direção ao trabalho,
o travão,
a educação
e o João,
para evitar voltar a rimar.
Candonga ou patranha?
Foi um acaso, pá!
SL