O jogo na Pedreira teve duas partes distintas. A primeira foi jogada de forma muita intensa, com pressão alta e marcações duras de parte a parte, a segunda iniciou-se quando Rui Borges jogou a mão a quem estava no banco. E aí o jogo virou, como descreve Luís Pedro Ferreira:
“Podemos debater as opções iniciais de Rui Borges, como podemos debater todas as outras de um qualquer treinador em qualquer campo do mundo. Mas veja-se, o técnico do Sporting foi ao banco em Braga e encontrou lá o que qualquer treinador no seu perfeito juízo espera encontrar: soluções, comprometimento e a urgência de quem entra para mudar o destino de noventa minutos.
O Braga - Sporting lembrou-nos de uma verdade elementar no que toca ao futebol ou qualquer outro desporto coletivo: no banco de suplentes só é réu quem quer. Estar à disposição é uma premissa básica da profissão.”